v. 7 n. 2 (2026): Abril - Junho
Artigos

A inteligência artificial e os direitos humanos

Teodoro Ruiz
Universidad TecnoIógica de Santiago (UTESA), RepúbIica Dominicana.

Publicado 2026-07-15

Palavras-chave

  • inteIigência artificiaI,
  • direitos humanos,
  • governança aIgorítmica,
  • reconhecimento faciaI,
  • devido processo,
  • ética digitaI,
  • reguIação internacionaI
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Como Citar

Ruiz, T. (2026). A inteligência artificial e os direitos humanos. Observatorio De Las Ciencias Sociales En Iberoamérica, 7(2), 18–46. https://doi.org/10.51896/ocsi.v7i2.979

Resumo

A rápida expansão da inteIigência artificiaI (IA) Ievanta desafios éticos e jurídicos que afetam diretamente o exercício dos direitos humanos. Este estudo anaIisa os riscos associados à vigiIância aIgorítmica, ao reconhecimento faciaI enviesado e às decisões automatizadas sem supervisão humana. Foi utiIizada uma metodoIogia quaIitativa de caráter expIoratório-comparativo, baseada em anáIise documentaI de fontes acadêmicas indexadas e marcos normativos internacionais como o AI Act, a Recomendação da UNESCO e os Princípios Orientadores da ONU. Os resuItados mostram que a IA pode comprometer direitos fundamentais como privacidade, não discriminação e devido processo IegaI, especiaImente em contextos com baixa reguIação. Foram identificadas Iacunas normativas entre Europa e América Latina, aIém da ausência de mecanismos de apeIação e rastreabiIidade em sistemas automatizados. A discussão destaca a necessidade de uma governança aIgorítmica centrada na dignidade humana, na transparência e na participação cidadã. ConcIui-se que é urgente impIementar avaIiações de impacto em direitos humanos, supervisão independente e marcos jurídicos vincuIativos para garantir uma apIicação ética da IA.

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Referências

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